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Mas que início de semana…

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Mas que início de semana...

Fora a pane em redes sociais e em uma das principais plataformas de comunicação mais usadas no Brasil, o Whatsapp, a impressão é que o clima estava pesado.

Na bolsa tecnológica em Nova York, a Nasdaq, Mark Zuckerberg e os acionistas do Facebook que é detentor do Whatsapp, Instagram e outras plataformas, pagaram o preço amargo de uma queda de 4,89% a US$ 326,23.

Foi engraçado ver tanta gente, como eu, buscando refúgio no Telegram. Só não foi hilário ver o tombo da bolsa de mais de 2%, acompanhando o ranço dos mercados externos.

Mas os acionistas da Petrobras (PETR4; PETR3) não tiveram do que reclamar. As ações não só resistiram firme ao clima geral de aversão ao risco, como brilharam no topo das principais altas do dia: as preferenciais PETR4 registraram valorização de 2,82% a R$ 28,79 e as ordinárias PETR3 tiveram ganhos de 2,44% a R$ 29,38.

A OPEP+, Organização dos Países Exportadores de Petróleo, Rússia e aliados fecharam acordo para elevar a produção em 400 mil barris diários em novembro. O mercado aprovou e as cotações internacionais do petróleo subiram. A OPEP+ tem sido pressionada pelos grandes países consumidores da commodity petróleo para elevar a produção e abastecer mais o mercado global agora que já passou o pior momento da pandemia.

Fora o cenário internacional, a Petrobras vem num ritmo frenético de desinvestimento, ou seja, de venda de ativos para manter o foco apenas na extração de petróleo das regiões do pré-sal, de águas marítimas profundas. Os investidores adoram este enxugamento da estatal. Aos poucos, a companhia também vai resolvendo pendências jurídicas ainda da fase de corrupção investigada pela Operação Lava-Jato.  

A agenda de indicadores econômicos hoje não promete tanta influência na bolsa de valores. Como já dissemos aqui, o impacto forte mesmo é aguardado para sexta-feira, dia 8. Temos produção industrial no Brasil e PMIs, os Purchase Manager Index, em vários países. Os PMIs medem o ritmo da economia nos setores de serviços e manufatura.

Pela manhã, até as 8h30, a plataforma eletrônica da bolsa brasileira onde são publicadas notícias por empresas listadas apresentava o aviso de ajustes nos índices da B3 em função de proventos. Na verdade, uma operação de atualização dos índices com a retirada ou inclusão de ações ou outros ativos.

Assim que tivermos notícias corporativas, traremos aqui para você.

E o dólar? Seguiu a clássica direção inversa da bolsa e disparou 1,45% a R$ 5,45. Hoje, com a reação dos mercados internacionais, o movimento poderá ser mais contido.

E que a terça-feira seja leve para todos!

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