Equipe de maioria feminina estreia na Indy 500

Mulheres comandam o grupo e representam 70% da escalação do time
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Uma nova era no automobilismo começa com as bandeiras verdes hasteadas no próximo domingo (30), quando uma equipe predominantemente feminina disputará a Indy 500 pela primeira vez.

“As mulheres não sabiam que isso era para elas, e as poucas que sabiam não tinham muitas oportunidades”, diz a dona da equipe Paretta Autosport, Beth Paretta, quando questionada sobre por que levou mais de um século para uma equipe como a dela alcançar o grid.

“Contrate mulheres que trabalham duro”, acrescenta ela. “Fim da história”.

As mulheres representam 70% da escalação da equipe, tanto em papéis competitivos quanto comerciais, com o grupo dirigido e pertencente a mulheres, em contraste com o restante dos times da IndyCar, em um esporte predominantemente masculino.

Dias após a qualificação para a corrida”, a piloto Simona De Silvestro, 32 anos, a chamada “Míssil Suíço”, disse aos repórteres que acreditava que sua equipe tem um potencial imenso.

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“Se formos realmente bem-sucedidos no domingo, acho que isso mudará a mentalidade de muitas pessoas para dar novas oportunidades a mulheres”, diz Simona, cinco vezes titular da Indy 500.

“Foi para isso que lutei durante toda a minha carreira e está finalmente acontecendo.”

A Brickyard, corrida anual da NASCAR Cup Series, viu sua cota de mulheres que conquistaram manchetes no passado, de Janet Guthrie, a primeira a se qualificar e dirigir as 500 em 1977, a Danica Patrick, mais recentemente. Mas, o progresso das mulheres no esporte em geral tem sido lento.

Quatro mulheres participaram de grids em 33 carros em 2010, 2011 e 2013, mas não houve nenhuma motorista do sexo feminino no ano passado pela primeira vez em duas décadas.

“Dez anos atrás, eu teria adorado estar nesta situação, mas isso não aconteceu”, diz Simona. “Eu acho legal ver e também estar envolvida nisso, é super especial”.

(com Reuters)

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