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Tudo que mexeu com o mercado no Brasil e no mundo em junho de 2021

Boom das commodities, privatização da Eletrobras e outros acontecimentos que influenciaram a economia local e internacional
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Tudo que mexeu com o mercado no Brasil e no mundo em junho de 2021
No cenário internacional, o mês começou com o mercado abalado após o G7, grupo das sete principais economias do mundo, definirem uma tributação mínima global de 15% para empresas multinacionais

O mês foi marcado por muita volatilidade no mercado brasileiro e internacional, movimentado por grandes dados econômicos nos Estados Unidos e notícias importantes no Brasil.

Aconteceu no Brasil

Durante o mês, houve o processo de privatização da Eletrobras. O mercado sempre olhou com otimismo o processo de tornar uma companhia estatal privada, porque ela não terá muita intervenção do governamental. Essa privatização vai ser concretizada por meio de uma nova emissão de ações da Eletrobras e, assim, o governo vai diminuir a participação na empresa de 60% para 45%.

OLHA SÓ: Principais notícias do mercado para terça-feira

Em junho, também houve o aumento da taxa básica de juros do Brasil (Selic) de 0,75%, o que a colocou no patamar de 4,25%. O governo segue com essa tendência de aumentar a taxa Selic para controlar a inflação, mas manteve a alta dentro das expectativas do mercado.

O mês foi marcado por uma grande valorização dos preços das commodities, fenômeno que ficou conhecido como boom das commodities. O grande destaque foi a alta dos preços do petróleo e do minério de ferro, que geraram otimismo no mercado, principalmente no que tange a Vale e a Petrobras, que foram beneficiadas com os resultados.

O mês foi encerrado com a apresentação da proposta da segunda fase da reforma tributária. Apesar dos pontos positivos para simplificar a tributação de investimentos, principalmente nos ativos de renda fixa e fundos de investimentos, o mercado se abalou com o texto que visa tributar os dividendos de empresas e fundos imobiliários.

Aconteceu no mundo

No cenário internacional, o mês começou com o mercado abalado após o G7, grupo das sete principais economias do mundo, definirem uma tributação mínima global de 15% para empresas multinacionais. Os investidores ficaram preocupados com a reações das companhias sobre essa decisão e como isso pode impactar o lucro dessas empresas.

Ainda no mês, foram registradas altas nas bolsas norte-americanas, que atingiram máximas históricas com dados positivos sobre a recuperação econômica dos Estados Unidos, como os indicadores de atividade econômica e desemprego. Entretanto, ainda existe preocupação com um possível aumento da taxa básica de juros dos Estados Unidos este ano. Se essa alta ocorrer antes do previsto, pode prejudicar o mercado de renda variável, pois os investidores podem retirar o dinheiro da renda variável para aplicar no Tesouro americano.

O que esperar para julho

Para o mês de julho, pairam grandes preocupações no Brasil. O mercado está acompanhando as questões sobre o andamento da reforma tributária e das investigações da CPI da Covid, que têm levantado preocupações pelos ruídos políticos.

Também estão em pauta a questão do preço das commodities e outros indicadores do Brasil e dos Estados Unidos, que movimentarão o mercado no mês.

Carol Proença é estudante de economia e especialista de investimentos certificada

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