{"id":17848,"date":"2024-11-19T15:18:29","date_gmt":"2024-11-19T15:18:29","guid":{"rendered":"http:\/\/187.108.204.83:3001\/?p=17848"},"modified":"2024-11-19T15:19:32","modified_gmt":"2024-11-19T15:19:32","slug":"incentive-uma-mulher-empreendedora-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/eql.com.br\/?p=17848","title":{"rendered":"Incentive uma mulher empreendedora"},"content":{"rendered":"\n<p><em>Elas t\u00eam motiva\u00e7\u00f5es diferentes e obst\u00e1culos maiores em rela\u00e7\u00e3o aos homens que empreendem, mas podemos mudar essa hist\u00f3ria<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>O empreendedorismo feminino tem um dia especial, para ser celebrado mundialmente: 19 de novembro. Ele foi criado em 2014, como parte de uma campanha da Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) contra a desigualdade de g\u00eanero no mercado de trabalho e tem o objetivo de dar visibilidade e ressaltar a import\u00e2ncia das mulheres que empreendem. E falar de g\u00eanero no universo do empreendedorismo ainda \u00e9 importante.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa Empreendedorismo no Brasil de 2019, realizada pelo Global Entrepreneurship Monitor (GEM), mostrou que os homens est\u00e3o \u00e0 frente das mulheres na categoria empreendedores estabelecidos. Ou seja, aqueles ou aquelas que administram e s\u00e3o propriet\u00e1rios de um neg\u00f3cio considerado consolidado, que pagou sal\u00e1rio ou contou com outra forma de remunera\u00e7\u00e3o para os propriet\u00e1rios por mais de 42 meses. Enquanto eles representavam 18,4% de empreendedores desse tipo, elas eram 13,9%.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda de acordo com o levantamento da GEM, quando o assunto s\u00e3o os empreendedores iniciais, a diferen\u00e7a entre homens e mulheres tornou-se pequena ao longo dos \u00faltimos anos, o que demonstra que elas est\u00e3o chegando mais ao universo do empreendedorismo. Em 2019, ainda antes da pandemia de Covid-19, elas eram 26 milh\u00f5es de empreendedoras, enquanto os homens chegavam a 29 milh\u00f5es. S\u00f3 que ainda n\u00e3o h\u00e1 motivos para comemorar. Segundo o levantamento, na passagem de empreendedor inicial para empreendedor estabelecido, h\u00e1 um maior abandono por parte das mulheres. Isso pode refletir o tipo de neg\u00f3cio escolhido por elas, ou at\u00e9 mesmo uma outra realidade: muitas mulheres come\u00e7am a empreender por necessidade, para cobrir um momento de dificuldade financeira pessoal ou da fam\u00edlia. Al\u00e9m disso, no modelo atual da nossa sociedade, elas ainda s\u00e3o as maiores respons\u00e1veis pelos cuidados com filhos e afazeres dom\u00e9sticos, reduzindo o tempo de dedica\u00e7\u00e3o ao pr\u00f3prio neg\u00f3cio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA grande parte das mulheres que empreendem decidem empreender porque o mercado de trabalho formal n\u00e3o absorve a m\u00e3o de obra feminina. As empresas ainda n\u00e3o est\u00e3o preparadas, principalmente, para o per\u00edodo de p\u00f3s maternidade, o governo ainda n\u00e3o tem uma estrutura de creches que possibilite que essa mulher, depois que \u00e9 m\u00e3e, consiga conciliar as horas de trabalho formal com as horas de cuidado com o lar, a fam\u00edlia e a crian\u00e7a e a pandemia agravou muito esse cen\u00e1rio, onde o papel da mulher como respons\u00e1vel e cuidadora da fam\u00edlia ficou mais evidente\u201d, analisa Marcele Porto, doutoranda em Economia e consultora em educa\u00e7\u00e3o empreendedora. Ela tamb\u00e9m \u00e9 autora do livro \u201cA Alma Feminina no Neg\u00f3cio\u201d.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que incentivar o empreendedorismo feminino?<\/h2>\n\n\n\n<p>O Instituto Rede Mulher Empreendedora, que \u00e9 a frente social da Rede Mulher Empreendedora, faz pesquisas anuais sobre o empreendedorismo feminino. A s\u00e9tima edi\u00e7\u00e3o do estudo, realizada de forma online em 2022, mostrou que a maior parte das mulheres empreendedoras \u00e9 m\u00e3e, negra, tem entre 35 e 40 anos, pertence \u00e0 classe C e tem escolaridade at\u00e9 o ensino m\u00e9dio. O estudo revela tamb\u00e9m que a maioria dos empreendimentos femininos nasceu nos \u00faltimos cinco anos, sendo 55% deles ligados \u00e0 venda de produtos e 32% \u00e0 presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda de acordo com a pesquisa do Instituto, 38% das mulheres que empreendem vivem na periferia e abriram um neg\u00f3cio por necessidade nos \u00faltimos dois anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cExistem muitos perfis de mulheres que empreendem. Existe uma mulher que tem acesso, que tem heran\u00e7a, que tem um n\u00edvel educacional maior e um n\u00edvel de lideran\u00e7a. Essa mulher empreende por uma oportunidade de mercado e representa uma parcela bem pequena dentro do contexto do empreendedorismo. H\u00e1 um n\u00famero grande de mulheres que s\u00e3o microempreendedoras individuais, que fazem atividades para gerar renda e percebem essas atividades como um potencial neg\u00f3cio. E existe um terceiro grupo muito grande de mulheres que empreendem em atividades que geram renda, que n\u00e3o se percebem como empreendedoras, n\u00e3o conseguem olhar a venda de produtos ou de servi\u00e7os, organizar e formalizar como pequeno neg\u00f3cio, que \u00e9 a maior parte das empreendedoras em vulnerabilidade social\u201d, explica a consultora Marcele Porto.<\/p>\n\n\n\n<p>E um exemplo do que Marcele falou \u00e9 o que acontece em duas regi\u00f5es do pa\u00eds. No Norte, 75% das mulheres empreendem na informalidade e, no Nordeste, esse percentual \u00e9 de 64%. Em todo o Brasil, apenas 50% das empreendedoras t\u00eam um CNPJ e 47% dizem n\u00e3o ter dinheiro para cobrir os custos com a formaliza\u00e7\u00e3o do pr\u00f3prio neg\u00f3cio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cQuando a gente pensa nos desafios para as mulheres empreenderem, n\u00e3o podemos pensar que os desafios s\u00e3o \u00fanicos. A gente precisa olhar principalmente as quest\u00f5es de interseccionalidade, as mulheres negras, as quest\u00f5es que s\u00e3o muito mais hist\u00f3ricas e intr\u00ednsecas ao comportamento feminino. E a\u00ed, quando a gente v\u00ea a maior parte das mulheres que empreendem e que s\u00e3o essas mulheres que fazem atividades para gerar renda e nem sempre s\u00e3o formalizadas, h\u00e1 uma grande quest\u00e3o de autoestima, de subsist\u00eancia e a gente v\u00ea um empreendedorismo por necessidade, por sobreviv\u00eancia\u201d, alerta a consultora em educa\u00e7\u00e3o empreendedora.<\/p>\n\n\n\n<p>A fala de Marcele Porto em rela\u00e7\u00e3o a maior parte das empreendedoras brasileiras \u00e9 importante, diz muito sobre a realidade socioecon\u00f4mica do pa\u00eds, mas n\u00e3o ignora as dificuldades enfrentadas tamb\u00e9m pelas mulheres que conseguem estruturar melhor o pr\u00f3prio neg\u00f3cio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cQuando a gente v\u00ea mulheres em outros perfis sociais, a gente v\u00ea como grande desafio ao empreendedorismo o descr\u00e9dito. Os bancos concedem menos cr\u00e9ditos \u00e0 mulher se ela \u00e9 empreendedora solit\u00e1ria. Se ela tem um s\u00f3cio homem \u00e9 muito mais f\u00e1cil ela acessar um cr\u00e9dito. Ent\u00e3o, dependendo da classe social, o desafio vai mudar, mas a grande quest\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o ao feminino \u00e9 uma barreira cultural, uma barreira hist\u00f3rica, que tem tido uma evolu\u00e7\u00e3o recente, nos \u00faltimos 40 anos principalmente, mas ainda existem muitos pontos a serem modificados\u201d, afirma Marcele.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que motiva mulheres empreendedoras?<\/h2>\n\n\n\n<p>Segundo Marcele Porto, em geral, os homens empreendem pelo sonho de ter o pr\u00f3prio neg\u00f3cio, ou por visualizar uma oportunidade no mercado. Sendo assim, o que mais difere homens e mulheres ao empreender \u00e9 a decis\u00e3o, a motiva\u00e7\u00e3o para o empreendedorismo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cFora a mulher que empreende por necessidade, por ser chefe de fam\u00edlia, como j\u00e1 falei antes, a mulher vai buscar criar algo para compensar uma defici\u00eancia no mercado de trabalho formal. Algumas s\u00e3o muito qualificadas, n\u00e3o conseguiram acessar postos de lideran\u00e7a e tomam decis\u00e3o de criar a pr\u00f3pria empresa, criando a pr\u00f3pria hist\u00f3ria. Ou ela foi m\u00e3e, voltou, foi demitida e vai buscar criar um neg\u00f3cio. Ou foi m\u00e3e, se viu num momento em que n\u00e3o consegue acompanhar o crescimento dos filhos e voltar ao mercado de trabalho formal e ela abre um neg\u00f3cio. Ent\u00e3o, em geral, o empreendedorismo para a mulher parece ser a \u00fanica op\u00e7\u00e3o poss\u00edvel para que ela exer\u00e7a esse papel de lideran\u00e7a e essa posi\u00e7\u00e3o que permite uma flexibilidade para que ela equilibre os papeis em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 fam\u00edlia e ao desejo de sucesso profissional\u201d, exemplifica a consultora em educa\u00e7\u00e3o empreendedora.<\/p>\n\n\n\n<p>A maternidade foi o que motivou Fernanda Silva a investir na \u201cSonhos de Maria\u201d, microempresa no Rio de Janeiro voltada para bolos e doces para festas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cDecidi empreender para ficar mais tempo com a minha filha e v\u00ea-la crescer, afinal eu trabalhava de dez a 12 horas por dia\u201d, relembra Fernanda.<\/p>\n\n\n\n<p>Na pandemia, ela aproveitou o momento em que muitas pessoas precisaram ficar e trabalhar de casa para ampliar as possibilidades e investir tamb\u00e9m em refei\u00e7\u00f5es por entrega. A maior parte dos clientes da \u201cSonhos de Maria\u201d \u00e9 formada por mulheres. Para Fernanda, o motivo \u00e9 claro e vai ao encontro do que j\u00e1 falamos sobre o papel cultural e hist\u00f3rico delegado \u00e0 mulher.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNa maioria das vezes, s\u00e3o as mulheres que organizam as refei\u00e7\u00f5es e festas da casa\u201d, afirma a empreendedora.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A import\u00e2ncia das redes de empreendedoras<\/h2>\n\n\n\n<p>Para apoiar mulheres empreendedoras, existem iniciativas importantes de \u00e2mbito nacional. A consultora em educa\u00e7\u00e3o empreendedora, Marcele Porto, destaca tr\u00eas delas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cJ\u00e1 existe um grande movimento de apoio no consumo, parceria e contrata\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os que vem sendo muito estimulado pela forma\u00e7\u00e3o de redes femininas. A Rede Mulher Empreendedora tem grande parte no sucesso desse movimento onde mulheres conseguem se conectar para falar de neg\u00f3cios. Quando a mulher come\u00e7a a circular nessas redes de <em>networking<\/em>, cada vez mais ela come\u00e7a a dar valor, tanto para estabelecer parcerias, quanto para consumir dessa rede. Ent\u00e3o, o Sebrae vem num grande movimento em rela\u00e7\u00e3o a isso, a Rede Mulher Empreendedora foi muito pioneira, tem o Grupo Mulheres do Brasil, que eu acho que s\u00e3o tr\u00eas grandes redes que movimentam esse contexto, mas existem muitas outras. A cada dia surge um novo polo, um novo movimento\u201d, afirma Marcele.<\/p>\n\n\n\n<p>A Rede Mulher Empreendedora (<a href=\"https:\/\/rme.net.br\/\">Home &#8211; Rede Mulher Empreendedora (rme.net.br)<\/a> foi criada em 2010 por Ana Fontes, que, antes, j\u00e1 havia criado um blog para falar do empreendedorismo feminino. Al\u00e9m de uma refer\u00eancia para unir mulheres que empreendem, a rede conta com projetos e promove a\u00e7\u00f5es como mentorias e eventos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>J\u00e1 o Sebrae, uma grande refer\u00eancia na forma\u00e7\u00e3o e apoio a empreendedores em todo o Brasil, desenvolveu o \u201cSebrae Delas\u201d (<a href=\"https:\/\/www.sebrae.com.br\/sites\/PortalSebrae\/empreendedorismofeminino\">Empreendedorismo feminino &#8211; Sebrae<\/a>), um programa de acelera\u00e7\u00e3o voltado para micro e pequenas empreendedoras, ou mulheres que planejam abrir o pr\u00f3prio neg\u00f3cio.<\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, o Grupo Mulheres do Brasil (<a href=\"https:\/\/www.grupomulheresdobrasil.org.br\/\">Grupo Mulheres do Brasil &#8211; Protagonismo que transforma.<\/a>), criado em 2013 por 40 mulheres de diferentes segmentos, se apresenta como uma rede suprapartid\u00e1ria feminina e que defende a lideran\u00e7a da mulher. Ele \u00e9 presidido pela empres\u00e1ria Luiza Helena Trajano e tem iniciativas diversas de apoio \u00e0s mulheres com o objetivo de promover mudan\u00e7as sociais, inclusive por meio do empreendedorismo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Tecnologia a favor da mulher empreendedora<\/h2>\n\n\n\n<p>A tecnologia \u00e9 uma grande aliada na constru\u00e7\u00e3o de pontes entre mulheres que empreendem. Os sites, comunidades, redes sociais e at\u00e9 grupos de Whatsapp s\u00e3o bons recursos para a troca de experi\u00eancias, como explica Marcele Porto.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEu tive a oportunidade muito feliz de ter sido facilitadora e mentora do programa \u2018Mulheres com Prop\u00f3sito\u2019, uma iniciativa da FUNDES com a PepsiCo na Am\u00e9rica Latina que capacitou e certificou 12 mil mulheres com o mesmo conte\u00fado, voltado principalmente para empregabilidade, mercado de trabalho e empreendedorismo. Esse curso conectou essas mulheres e existem grupos de Whatsapp at\u00e9 hoje onde elas trocam erros, acertos, desafios, oportunidades de mercado&#8230;o movimento online e a naturaliza\u00e7\u00e3o dos cursos online promovida pela pandemia refor\u00e7aram e estimularam esse apoio e essa troca\u201d, considera a consultora.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E, como citamos as redes sociais, vale lembrar que investir nelas \u00e9 importante para o marketing do neg\u00f3cio e at\u00e9 pessoal.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cAs redes ajudam a ampliar essas vozes, a divulgar e a tornar vis\u00edvel o trabalho dessas mulheres e desses pequenos neg\u00f3cios de uma forma muitas vezes gratuita\u201d, lembra Marcele.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Uma ajuda a outra<\/h2>\n\n\n\n<p>Mesmo que voc\u00ea n\u00e3o empreenda ou n\u00e3o esteja em nenhum grupo ou rede de apoio ao empreendedorismo feminino, \u00e9 poss\u00edvel incentivar as mulheres que est\u00e3o tocando o pr\u00f3prio neg\u00f3cio. Se voc\u00ea ainda n\u00e3o tem esse h\u00e1bito, pode come\u00e7ar a partir de agora por meio de atitudes simples:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>D\u00ea prioridade \u00e0 compra de produtos ou \u00e0 contrata\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os de mulheres, principalmente daquelas que s\u00e3o donas de um pequeno neg\u00f3cio. Por exemplo: quer comprar bolos e doces para uma festa? Que tal fortalecer aquela confeiteira do seu bairro ao inv\u00e9s de comprar em grandes redes?<\/li>\n\n\n\n<li>Indique o trabalho das mulheres empreendedoras. Se voc\u00ea comprou algo ou teve a experi\u00eancia de um bom servi\u00e7o que tem uma mulher \u00e0 frente, passe a dica adiante para quem precisa;<\/li>\n\n\n\n<li>Divulgue publicamente uma mulher empreendedora. Fale do produto ou do servi\u00e7o em grupos de Whatsapp ou at\u00e9 nas redes sociais;<\/li>\n\n\n\n<li>Valorize o trabalho de uma mulher empreendedora. D\u00ea retorno sobre o produto ou servi\u00e7o, elogie, ou at\u00e9 mesmo fa\u00e7a cr\u00edticas construtivas para melhorar;<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>E se voc\u00ea \u00e9 empreendedora tamb\u00e9m, contrate mulheres e esteja em contato com outras, para ajudar a fazer uma realidade diferente e melhor para o empreendedorismo feminino no Brasil.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Elas t\u00eam motiva\u00e7\u00f5es diferentes e obst\u00e1culos maiores em rela\u00e7\u00e3o aos homens que empreendem, mas podemos mudar essa hist\u00f3ria O empreendedorismo feminino tem um dia especial, para ser celebrado mundialmente: 19&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":17849,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1987,4460,4513,4550,486],"tags":[4553],"class_list":["post-17848","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-carreirasaude-emocional","category-carreirasaudesaude-emocional","category-colunaseducacaoeql-explicaeql-newsinvestirnewssaude-emocionalsaude-financeira","category-colunaseducacaoeql-explicarelacionamentossaude-emocionalsaude-financeira","category-colunasinstagramsaude-emocional","tag-destaque"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/eql.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/17848","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/eql.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/eql.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eql.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eql.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=17848"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/eql.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/17848\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":17851,"href":"https:\/\/eql.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/17848\/revisions\/17851"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/eql.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/17849"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/eql.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=17848"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/eql.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=17848"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/eql.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=17848"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}