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Representatividade feminina em cargos de liderança aumenta nos Estados Unidos

Apesar da melhora, elas ainda estão em menor número na comparação aos homens
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(Foto: formatoriginal/EnvatoElements)

O número de mulheres em cargos de liderança no mercado norte-americano vem aumentando em todos os níveis, revelou a sétima edição do relatório “Women in the Workplace”, conduzido pela McKinsey em parceria com a Leanln.Org. Apesar do  indicativo, a representação feminina nas empresas ainda está defasada em relação ao número de homens. 

Entre 2016 e 2021, houve um aumento de 5% no número de mulheres nos chamados C-Suits, cargos executivos máximos como CEO, CFO e COO, entre outros. Outro destaque positivo é o crescimento de 4% nas mulheres em posições de gerência e de 3% nas de diretoria/gerência sênior e vice-presidência. O número de contratações de profissionais mulheres cresceu 2% e, atualmente, encontra-se no patamar de 47% do total.

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O estudo levou em consideração dados coletados em 423 empresas, responsáveis por 12 milhões de postos de trabalho nos Estados Unidos. Mais de 65 mil pessoas responderam questões sobre políticas e práticas de diversidade, equidade e inclusão social – entre elas os líderes dessas corporações. 

Mesmo com a evolução detectada no período, a representatividade feminina vai decrescendo à medida que o nível do cargo vai aumentando. Em cargos de gerente, elas são 40% do total, enquanto nos de gerentes seniors/diretoras apenas 36%. 

Já em cargos mais altos, as porcentagens não passam de 30%. Segundo o levantamento, as mulheres estão em apenas 28% das vice-presidências e 24% dos C-Suits. Além disso, o número de promoções executivas também é desigual. Para cada 100 homens promovidos em 2020, apenas 86 mulheres tiveram o mesmo tratamento.

A situação é ainda pior quando analisamos também a representatividade racial nas empresas. As mulheres não brancas são 17% das contratações e ocupam apenas 12% dos cargos de gerência. Nos cargos superiores, elas não chegam a 10%, sendo 9% em cargos de direção, 7% na vice-presidência, 5% na vice-presidência sênior e apenas 4% nos cargos executivos máximos.

Esgotamento e inclusão

As mulheres também são as que mais relataram sentir esgotamento, estresse e exaustão de maneira geral. Segundo a pesquisa, 30% dizem que estão exaustas e mais de 40% relataram esgotamento. Já entre o público masculino, a exaustão foi relatada por  25% dos entrevistados e o esgotamento por 35%, aproximadamente. 

Apesar do cenário, as mulheres estão entre os profissionais que mais estão agindo para apoiar suas equipes e promover esforços de diversidade, equidade e inclusão (DEI), na comparação com os homens de mesmo nível hierárquico. Segundo a pesquisa, 36% dos funcionários acreditam que as chefes oferecem mais apoio emocional, contra 24% dos líderes do sexo masculino. Além disso, 61% dizem perceber que elas se preocupam mais com o bem-estar geral da empresa. No caso deles, são apenas 54%.

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