Assine nossa newsletter

Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher: 4 celebridades que se posicionam sobre o tema

Casos de abusos aumentaram durante a pandemia e já são considerados a maior preocupação do público feminino em São Paulo
Share on whatsapp
Share on telegram
Share on linkedin
Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on email
Nos últimos 12 meses, o país registrou 105.821 denúncias de violência contra a mulher (Via: Karolina Grabowska)

Há 41 anos, o dia 10 de outubro é marcado como o Dia Nacional de Luta contra a Violência à Mulher. A data remete a um movimento social ocorrido em São Paulo, em 1980, quando um grupo de mulheres se reuniu nas escadarias do Teatro Municipal para protestar contra o aumento dos casos de feminicídio em todo o país. 

Na época, um levantamento realizado pelo Mapa da Violência no Brasil mostrava que 1.353 mulheres haviam sido mortas. Hoje, os dados referentes a 2020 mostram que poucas coisas mudaram com o passar das décadas Segundo levantamento do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 1.350 feminicídios foram registrados no último ano. 

LEIA MAIS: Violência doméstica: CNJ é contra ampliação da competência de varas

Com o advento da pandemia, o cenário só se agravou. Nos últimos 12 meses, o país registrou 105.821 denúncias de violência contra a mulher, de acordo com números do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Mesmo assim, o Anuário Brasileiro de Segurança Pública aponta que esse número pode estar subnotificado devido ao período de isolamento social. 

No estado de São Paulo, por exemplo, a violência doméstica é a principal preocupação do público feminino, de acordo com uma pesquisa feita em agosto pela Apamagis (Associação Paulista de Magistrado) com 1.000 entrevistadas. O problema está à frente de fatores como o desemprego, a renda e a saúde. Além disso, 66% delas afirmam que a casa é o local mais comum das agressões. 

Dados como estes mostram que nenhuma mulher está a salvo. Algumas celebridades, inclusive, utilizam sua imagem pública para compartilhar a gravidade do problema. É o caso da apresentadora Luiza Brunet ou da modelo Duda Reis. 

Veja, a seguir, alguns exemplos que apoiam a causa:

Luiza Brunet

Luiza Brunet foi vítima de violência em 2016 (Via: Instagram)

A ex-modelo Luiza Brunet, 59 anos, foi vítima de agressão doméstica em 2016 enquanto estava hospedada em um hotel em Nova York com o ex-companheiro, o empresário Lírio Parisotto. Na época, a apresentadora denunciou o episódio à Justiça e foi a público relatar sua experiência. O caso só chegou ao fim no último ano, quando o STF (Superior Tribunal Federal) condenou o homem à prestação de serviços e contas por dois anos. Depois do acontecido, Luiza passou a ser lembrada como porta-voz da causa, incentivando que outras mulheres denunciassem seus abusadores. 

Duda Reis

Duda Reis denunciou Nego do Borel este ano (Via: Instagram)

A modelo Duda Reais, 20 anos, protagonizou um dos casos mais recentes da mídia de abuso físico e psicológico. Ex-namorada de Nego do Borel, 29 anos, a influencer denunciou o cantor por lesão corporal, estupro de vulnerável, injúria, ameaça, violência doméstica e transmissão de HPV (infecção sexualmente transmissível). Após expor o episódio publicamente e judicialmente, a jovem anunciou, na última semana, que fundará uma ONG para ajudar outras mulheres na mesma situação. “Será uma organização onde elas poderão receber ajuda e auxílio jurídico para situações de violência”, explicou no Instagram.

Luisa Mell

Luisa Mell relatou o caso ontem (9) pelas redes socias (Via: Instagram)

A ativista Luisa Mell, 43 anos, utilizou as redes sociais ontem (9) para falar sobre os abusos emocionais e psicológicos que sofreu durante os dez anos de casamento com seu ex-marido, Gilberto Zaborowsky. Segundo a apresentadora, o empresário ameaçou destruir sua reputação após o pedido de divórcio. O caso veio à tona depois que a influenciadora foi vítima de uma violência médica onde um dermatologista teria feito uma cirurgia em suas axilas sem a devida autorização. De acordo com o advogado de Luisa, existe a chance de Gilberto estar relacionado ao episódio. “Sempre que lemos notícias de mulheres abusadas, imaginamos isso com as outras, nunca dentro da nossa casa. Infelizmente, violência contra a mulher é uma cultura”, disse ela no Instagram. 

Preta Gil

Preta Gil é porta-voz do tema nas redes socias (Via: Instagram)

Engajada no tema, a cantora Preta Gil já deu voz a diversos movimentos em prol do combate à violência doméstica. Este ano, a empresária e artista compartilhou nas redes sociais uma foto da “Campanha Sinal Vermelho”, programa nacional que foi instituído pela  Lei n. 14.188/2021 em julho deste ano. A ideia é que as mulheres vítimas de abuso risquem um “X” na palma da mão como sinal de denúncia. Em seu perfil, a apresentadora incentivou que todos ficassem alertas para possíveis casos entre vizinhos, conhecidos ou amigos. “Em briga de marido e mulher se mete a colher SIM!”, escreveu. 

Fique por dentro de todas as novidades da EQL

Assine a EQL News e tenha acesso à newsletter da mulher independente emocional e financeiramente

Baixe gratuitamente a Planilha de Gastos Conscientes

Participe da live Meu Primeiro Investimento

Siga Elas Que Lucrem nas redes sociais:

Siga Elas Que Lucrem:

Assine nossa newsletter